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Rua Chanceler Oswaldo Aranha, 142/146 · São Mateus
@oui.uai

De Juiz de Fora para a França. Da França de volta para Minas.

A Oui Uai começa com Ana.

Nascida em Juiz de Fora, ela estudou Gastronomia no UniAcademia antes de atravessar o oceano.

Capítulo 1 · França

OUI.

Ana atravessou o oceano para estudar, viver e aprender de perto as técnicas da cozinha francesa.

Na França, aprofundou os estudos em patrimônio alimentar — com mestrado na Université d’Angers — e se especializou naquilo que acabaria encontrando um lugar especial nas mãos dela: a viennoiserie, no Le Cordon Bleu Paris.

Viennoiserie, de maneira bem resumida, é tudo aquilo que está entre a panificação e a confeitaria.

Close de uma fornada de croissants brilhantes, com as voltas da laminação aparentes.
Croissant, massa folhada, manteiga, tempo e técnica.

Nas palavras da Ana

Meu nome é Ana. Eu nasci aqui em Minas, em Juiz de Fora e fui para a França para aprender a fazer isso tudo. Tudo o que a gente faz aqui, a gente faz com farinha francesa, manteiga de alta qualidade e as técnicas são iguais às da França sem tirar nem pôr, porque foi assim que eu aprendi.

— Ana Daibert, fundadora da Oui Uai

Capítulo 2 · Minas

UAI.

Quando voltou para Minas, não fazia sentido escolher entre um lugar e outro.

A resposta estava justamente no encontro.

Minas entra nos ingredientes, nas histórias, nos nomes, nos afetos e no jeito de receber. Tem goiabada, doce de leite e queijo curado no cardápio — e tem folhado chamado Geni e Pata de capivara.

Dois pães de queijo recheados num prato de cerâmica cinza, diante da parede vermelha.
Pão de queijo assado na hora, no cardápio da casa.

Capítulo 3 · O encontro

OUI UAI.

oui + uai.

Técnica francesa. Memória mineira. E uma cozinha feita com as mãos.

Por aqui, a França aparece na farinha, na manteiga, nas técnicas e nos folhados. Minas entra nos ingredientes, nas histórias, nos nomes, nos afetos e no jeito de receber.

E esse encontro não termina no prato. As paredes da Oui Uai também contam histórias. Quadros, objetos, fotografias e pequenas lembranças foram chegando junto com a vida — coisas vividas, herdadas, encontradas ou presenteadas.

Parede vermelha cheia de quadros e objetos, com uma placa dourada da Oui Uai no meio e a janela da cozinha ao lado.
A placa da casa, na parede vermelha.

Por isso talvez a melhor maneira de entender a Oui Uai seja entrando.

  1. Olhando as paredes.
  2. Pedindo alguma coisa.
  3. E comendo com a mão.

Uma mordida da França no coração de Minas.