De Juiz de Fora para a França. Da França de volta para Minas.
A Oui Uai começa com Ana.
Nascida em Juiz de Fora, ela estudou Gastronomia no UniAcademia antes de atravessar o oceano.
Capítulo 1 · França
OUI.
Ana atravessou o oceano para estudar, viver e aprender de perto as técnicas da cozinha francesa.
Na França, aprofundou os estudos em patrimônio alimentar — com mestrado na Université d’Angers — e se especializou naquilo que acabaria encontrando um lugar especial nas mãos dela: a viennoiserie, no Le Cordon Bleu Paris.
Viennoiserie, de maneira bem resumida, é tudo aquilo que está entre a panificação e a confeitaria.

Nas palavras da Ana
Meu nome é Ana. Eu nasci aqui em Minas, em Juiz de Fora e fui para a França para aprender a fazer isso tudo. Tudo o que a gente faz aqui, a gente faz com farinha francesa, manteiga de alta qualidade e as técnicas são iguais às da França sem tirar nem pôr, porque foi assim que eu aprendi.
Capítulo 2 · Minas
UAI.
Quando voltou para Minas, não fazia sentido escolher entre um lugar e outro.
A resposta estava justamente no encontro.
Minas entra nos ingredientes, nas histórias, nos nomes, nos afetos e no jeito de receber. Tem goiabada, doce de leite e queijo curado no cardápio — e tem folhado chamado Geni e Pata de capivara.

Capítulo 3 · O encontro
OUI UAI.
oui + uai.
Técnica francesa. Memória mineira. E uma cozinha feita com as mãos.
Por aqui, a França aparece na farinha, na manteiga, nas técnicas e nos folhados. Minas entra nos ingredientes, nas histórias, nos nomes, nos afetos e no jeito de receber.
E esse encontro não termina no prato. As paredes da Oui Uai também contam histórias. Quadros, objetos, fotografias e pequenas lembranças foram chegando junto com a vida — coisas vividas, herdadas, encontradas ou presenteadas.

Por isso talvez a melhor maneira de entender a Oui Uai seja entrando.
- Olhando as paredes.
- Pedindo alguma coisa.
- E comendo com a mão.
Uma mordida da França no coração de Minas.